segunda-feira, 6 de abril de 2026

SANTO DO DIA - 6 de Abril Santa Juliana de Liège

 

SANTO DO DIA - 6 de Abril

Santa Juliana de Liège

Aos 15 anos de idade, fez sua opção pela vida religiosa,
entrando para o convento das irmãs agostinianas


Juliana de Liège nasceu em 1192, em Retinne, próximo de Liège, província belga famosa 

por suas escolas. Aos cinco anos tornou-se órfã dos pais, passando a ser criada no mosteiro de Monte Cornillon. Ela estava decidida a fazer os votos de uma vida totalmente entregue a Deus e vestiu o hábito das agostinianas neste mesmo mosteiro em 1207. Suas virtudes e dons se evidenciavam e ela passou a descrever suas revelações, obtidas durante suas orações contemplativas.


Em uma delas, Santa Juliana de Liège descreveu uma lua atravessada por uma faixa escura. Segundo sua interpretação, tal lua incompleta significava a liturgia, para a qual faltava uma festa para honrar o corpo sagrado de Cristo, sacrificado pela humanidade.

Confidenciava as suas revelações apenas à irmã Eva e a uma enfermeira, Isabela. A aliança e cumplicidade entre as três mulheres frutificaram na propagação do culto ao corpo sagrado de Jesus e, mais tarde, o bispo de Liège instituiu, embora com relutância, a festa tão desejada pelas irmãs e pela comunidade, dando-lhe o nome de Corpus Domini.

Porém muitos se mostraram contrários à festa e ao culto. O bispo hesitava, mas Juliana já tinha preparado o ofício, ou seja, a pregação, as leituras e os cantos, para a nova celebração. Seu texto acabou sendo lido, explicado e cantado. Apaziguados os ânimos, o bispo decidiu instituir de vez, em 1246, a festa diocesana do Corpus Domini.

Um dos religiosos que haviam apoiado Santa Juliana de Liège em sua iniciativa foi Jacinto Pantaleão, arquidiácono de Trois, na França. Ele acabou sendo eleito papa em 1261, adotando o nome de Urbano IV. Em 1264, pela bula papal Transiturus, Urbano IV, instituiu as festividades do Corpus Domini para toda a Igreja.

Infelizmente, Santa Juliana de Liège não viveu para ver o acontecimento. Tornara-se priora do mosteiro de Monte Cornillon em 1230, trabalhando pela manutenção de uma disciplina rigorosa que não agradou a muita gente. Em 1248, ela decidiu deixar o cargo e ingressou na clausura em Fosses, também na Bélgica, onde viveu até morrer, em 5 de abril de 1258. Seu corpo foi sepultado na abadia cisterciense de Villers. Mas ela teve tempo de saber que a festa Corpus Domini já era comemorada em toda a Bélgica, França e Alemanha.

Santa Juliana de Liège foi beatificada pelo papa Pio IX em 1869 que também confirmou seu culto litúrgico para o dia 6 de abril.

Santa Juliana de Liège, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,8-15

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

28,8-15

Naquele tempo,

as mulheres partiram depressa do sepulcro.
Estavam com medo, 

mas correram com grande alegria,
para dar a notícia aos discípulos.

De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse:
"Alegrai-vos!"
As mulheres aproximaram-se,
e prostraram-se diante de Jesus, 

abraçando seus pés.

Então Jesus disse a elas: 

"Não tenhais medo.
Ide anunciar aos meus irmãos
que se dirijam para a Galileia.
Lá eles me verão".

Quando as mulheres partiram,
alguns guardas do túmulo foram à cidade,
e comunicaram aos sumos sacerdotes
tudo o que havia acontecido.

Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos,
e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados,

dizendo-lhes:
"Dizei que os discípulos dele foram durante a noite
e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis.

Se o governador ficar sabendo disso, 

nós o convenceremos.
Não vos preocupeis".

Os soldados pegaram o dinheiro,
e agiram de acordo com as instruções recebidas.
E assim, o boato espalhou-se entre os judeus,
até ao dia de hoje.

sábado, 4 de abril de 2026

Santo Isidoro

*SANTO DO DIA*

*SANTO ISIDORO, BISPO E DOUTOR DA IGREJA*
"Deus não fez todas as coisas do nada: algumas foram baseadas em alguma coisa e outras do nada. Deus criou o mundo do nada, como também os anjos e as almas". Pode causar estupor que um Bispo, que viveu entre os séculos VI e VII e escreveu obras em latim, seja proposto como o padroeiro da Internet. Foi o que aconteceu durante o pontificado de São João Paulo II. Embora tenha faltado uma sua proclamação oficial, foi um grande reconhecimento atribuído a um dos mais prolíficos Doutores da Igreja de todos os tempos.
* QUANDO A SANTIDADE É "DE CASA"
Isidoro nasceu em uma família de proveniente de Cartagena, mas logo se tornou órfão de pai. Cresceu e foi criado por seu irmão mais velho, Leandro - que o precedeu na cátedra de Sevilha - junto com outro irmão e uma irmã, que também se tornaram religiosos e, depois, venerados como Santos pela Igreja. Isto é suficiente para determinar a natureza extraordinária desta família.
Uma lenda conta que, quando o pequeno Isidoro tinha apenas um mês de vida, um enxame de abelhas voou sobre seu berço e depositou, em seus lábios, um pouco de mel: um presságio de um doce e substancial ensinamento, que, um dia, teria jorrado dos seus lábios, além da sua pena. Não obstante, no início, Isidoro demonstrou ser um estudante preguiçoso e pouco zeloso, que, às vezes, matava aulas. Até que, quase como uma fulguração, entendeu que a constância e a boa vontade podem levar um homem bem longe.
* UM EPISCOPADO DE 36 ANOS 
Ao ler as obras de Santo Agostinho e São Gregório Magno, Isidoro tornou-se o homem mais instruído da sua época e, ao mesmo tempo, também um dos Bispos mais populares e amados. Quando seu amado irmão, Leandro, faleceu, Isidoro, que já era clérigo em Sevilha, o sucedeu no episcopado. Ele trabalhou, arduamente, por 36 anos, difundindo a doutrina, contra as heresias do seu tempo - como o Arianismo, - convertendo os Visigodos, a ponto de até presidir o Concílio de Toledo, em 633. Santo Isidoro deu grande importância à liturgia, encorajando o uso de hinos, cantos e orações, que constituíam o rito moçárabe, também chamado "Isidoriano". Defensor convicto da necessidade de os candidatos ao sacerdócio serem bem preparados e instruídos, fundou o primeiro Colégio, prelúdio dos Seminários modernos. Tudo isso, sem descuidar das práticas de piedade, a oração, a penitência e a meditação, em qualquer momento do dia.
* A SABEDORIA HUMANA 
Na linguagem comum, costuma-se usar a hipérbole "toda a sabedoria humana", para indicar um conhecimento exagerado, que ninguém pode entender. Mas, Isidoro consegue: escreveu muito, de tudo e sobre tudo, porque a sua curiosidade era imensa e inesgotável; a sua mente era preparada para analisar e compreender os temas mais diversos. Com efeito, a sua obra mais famosa é intitulada Etimologias, um verdadeiro compêndio do seu conhecimento contemporâneo, considerada a primeira enciclopédia da história: era dividida em 20 volumes, separada por partes e segundo o assunto, como gramática, retórica, dialética, matemática, música, medicina, agricultura, astronomia, línguas ou teologia.
*SANTO ISIDORO, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje e vigilia Paschoal

*04/04/2026 - SÁBADO DA SEMANA SANTA*

*VIGÍLIA PASCAL NA NOITE SANTA - PÁSCOA BA RESSURREIÇÃO DO SENHOR*

I Leitura (Gênisis 1,1-2,2)
Salmo responsorial 103(104
II leitura (Gênisis 22,1-18)
Salmo responsorial 15(16)
III leitura (Êxodo 14,15-15,1)
Salmo responsorial (Ex 15)
IV leitura (Isaías 54,5-14)
Salmo responsorial 29(30)
V leitura (Isaías 55,1-11)
Salmo responsorial (Is 12)
VI leitura (Baruc 3,9-15.32-4,4)
Salmo responsorial 18(19)
VII leitura (Ezequiel 36,16-28)
Salmo responsorial 41(42)
Carta (Romanos 6,3-11)
Salmo responsorial 117(118)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Mt 28,1-10)*

*1  Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.  2  De repente, houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela.  3 Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. 4  Os guardas ficaram com tanto medo do anjo, que tremeram e ficaram como mortos.  5  Então o anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado.  6  Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava.  7  Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.  8 As mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria para dar a notícia aos discípulos.  9  De repente, Jesus foi ao encontro delas e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10  Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Santo do dia

*03/04/2026 - SEXTA-FEIRA SANTA - PAIXÃO DO SENHOR*

*1ª. Leitura:* (Is 52,13-15;53,1-12)
*Salmo responsorial:* 30(31)
*2ª. Leitura:* (Hb 4,14-16;5,7-9)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Jo 18,1-40;19,1-42)*

N (Narrador): Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 1 Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2 Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3 Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4 Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
P (Presidente): A quem procurais?
N: 5 Responderam:
G (Grupo ou assembleia): A Jesus, o Nazareno.
N: Ele disse:
P: Sou eu.
N: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6 Quando Jesus disse “sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7 De novo lhes perguntou:
P: A quem procurais?
N: Eles responderam:
G: A Jesus, o Nazareno.
N: 8 Jesus respondeu:
P: Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem.
N: 9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”. 10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11 Então Jesus disse a Pedro:
P: Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?
N: 12 Então os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13 Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano. 14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: “É preferível que um só morra pelo povo”. 15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote. 16 Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:
L (Leitor): Não pertences também tu aos discípulos desse homem?
N: Ele respondeu:
L: Não!
N: 18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19 Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20 Jesus lhe respondeu:
P: Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse.
N: 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
L: É assim que respondes ao sumo sacerdote?
N: 23 Respondeu-lhe Jesus:
P: Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?
N: 24 Então Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o sumo sacerdote. 25 Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
G: Não és tu, também, um dos discípulos dele?
N: Pedro negou:
L: Não!
N: 26 Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
L: Será que não te vi no jardim com ele?
N: 27 Novamente Pedro negou. E, na mesma hora, o galo cantou. 28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a Páscoa. 29 Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
L: Que acusação apresentais contra este homem?
N: 30 Eles responderam:
G: Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!
N: 31 Pilatos disse:
L: Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei.
N: Os judeus lhe responderam:
G: Nós não podemos condenar ninguém à morte.
N: 32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33 Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:
L: Tu és o rei dos judeus?
N: 34 Jesus respondeu:
P: Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isso de mim?
N: 35 Pilatos falou:
L: Por acaso sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?
N: 36 Jesus respondeu:
P: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui.
N: 37 Pilatos disse a Jesus:
L: Então tu és rei?
N: Jesus respondeu:
P: Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.
N: 38 Pilatos disse a Jesus:
L: O que é a verdade?
N: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus e disse-lhes:
L: Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39 Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos judeus?
N: 40 Então, começaram a gritar de novo:
G: Este não, mas Barrabás!
N: Barrabás era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3 aproximavam-se dele e diziam:
G: Viva o rei dos judeus!
N: E davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
L: Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum.
N: 5 Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:
L: Eis o homem!
N: 6 Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
G: Crucifica-o! Crucifica-o!
N: Pilatos respondeu:
L: Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.
N: 7 Os judeus responderam:
G: Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.
N: 8 Ao ouvir essas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9 Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
L: De onde és tu?
N: Jesus ficou calado. 10 Então Pilatos disse:
L: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?
N: 11 Jesus respondeu:
P: Tu não terias autoridade alguma sobre mim se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.
N: 12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
G: Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.
N: 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Pavimento, em hebraico “Gábata”. 14 Era o dia da preparação da nossa Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
L: Eis o vosso rei!
N: 15  Eles, porém, gritavam:
G: Fora! Fora! Crucifica-o!
N: Pilatos disse:
L: Hei de crucificar o vosso rei?
N: Os sumos sacerdotes responderam:
G: Não temos outro rei senão César.
N: 16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17 Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário, em hebraico “Gólgota”. 18 Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19 Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: “Jesus Nazareno, o rei dos judeus”. 20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21 Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
G: Não escrevas “o rei dos judeus”, mas sim o que ele disse: “Eu sou o rei dos judeus”.
N: 22 Pilatos respondeu:
L: O que escrevi está escrito.
N: 23 Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto a baixo. 24 Disseram então entre si:
G: Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será.
N: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados. 25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
P: Mulher, este é o teu filho.
N: 27 Depois disse ao discípulo:
P: Esta é a tua mãe.
N: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
P: Tenho sede.
N: 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse:
P: Tudo está consumado.
N: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
*Todos se ajoelham e faz-se breve pausa.*
N: 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36 Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37 E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”. 38 Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus – mas às escondidas, por medo dos judeus -, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39 Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume, feito de mirra e aloés. 40 Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41 No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42 Por causa da preparação da Páscoa e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus. *Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

Evangelho de hoje

*03/04/2026 - SEXTA-FEIRA SANTA - PAIXÃO DO SENHOR*

*1ª. Leitura:* (Is 52,13-15;53,1-12)
*Salmo responsorial:* 30(31)
*2ª. Leitura:* (Hb 4,14-16;5,7-9)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Jo 18,1-40;19,1-42)*

N (Narrador): Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 1 Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2 Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3 Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4 Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
P (Presidente): A quem procurais?
N: 5 Responderam:
G (Grupo ou assembleia): A Jesus, o Nazareno.
N: Ele disse:
P: Sou eu.
N: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6 Quando Jesus disse “sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7 De novo lhes perguntou:
P: A quem procurais?
N: Eles responderam:
G: A Jesus, o Nazareno.
N: 8 Jesus respondeu:
P: Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem.
N: 9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”. 10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11 Então Jesus disse a Pedro:
P: Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?
N: 12 Então os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13 Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano. 14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: “É preferível que um só morra pelo povo”. 15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote. 16 Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:
L (Leitor): Não pertences também tu aos discípulos desse homem?
N: Ele respondeu:
L: Não!
N: 18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19 Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20 Jesus lhe respondeu:
P: Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse.
N: 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
L: É assim que respondes ao sumo sacerdote?
N: 23 Respondeu-lhe Jesus:
P: Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?
N: 24 Então Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o sumo sacerdote. 25 Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
G: Não és tu, também, um dos discípulos dele?
N: Pedro negou:
L: Não!
N: 26 Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
L: Será que não te vi no jardim com ele?
N: 27 Novamente Pedro negou. E, na mesma hora, o galo cantou. 28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a Páscoa. 29 Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
L: Que acusação apresentais contra este homem?
N: 30 Eles responderam:
G: Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!
N: 31 Pilatos disse:
L: Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei.
N: Os judeus lhe responderam:
G: Nós não podemos condenar ninguém à morte.
N: 32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33 Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:
L: Tu és o rei dos judeus?
N: 34 Jesus respondeu:
P: Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isso de mim?
N: 35 Pilatos falou:
L: Por acaso sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?
N: 36 Jesus respondeu:
P: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui.
N: 37 Pilatos disse a Jesus:
L: Então tu és rei?
N: Jesus respondeu:
P: Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.
N: 38 Pilatos disse a Jesus:
L: O que é a verdade?
N: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus e disse-lhes:
L: Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39 Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos judeus?
N: 40 Então, começaram a gritar de novo:
G: Este não, mas Barrabás!
N: Barrabás era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3 aproximavam-se dele e diziam:
G: Viva o rei dos judeus!
N: E davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
L: Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum.
N: 5 Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:
L: Eis o homem!
N: 6 Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
G: Crucifica-o! Crucifica-o!
N: Pilatos respondeu:
L: Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.
N: 7 Os judeus responderam:
G: Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.
N: 8 Ao ouvir essas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9 Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
L: De onde és tu?
N: Jesus ficou calado. 10 Então Pilatos disse:
L: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?
N: 11 Jesus respondeu:
P: Tu não terias autoridade alguma sobre mim se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.
N: 12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
G: Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.
N: 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Pavimento, em hebraico “Gábata”. 14 Era o dia da preparação da nossa Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
L: Eis o vosso rei!
N: 15  Eles, porém, gritavam:
G: Fora! Fora! Crucifica-o!
N: Pilatos disse:
L: Hei de crucificar o vosso rei?
N: Os sumos sacerdotes responderam:
G: Não temos outro rei senão César.
N: 16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17 Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário, em hebraico “Gólgota”. 18 Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19 Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: “Jesus Nazareno, o rei dos judeus”. 20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21 Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
G: Não escrevas “o rei dos judeus”, mas sim o que ele disse: “Eu sou o rei dos judeus”.
N: 22 Pilatos respondeu:
L: O que escrevi está escrito.
N: 23 Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto a baixo. 24 Disseram então entre si:
G: Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será.
N: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados. 25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
P: Mulher, este é o teu filho.
N: 27 Depois disse ao discípulo:
P: Esta é a tua mãe.
N: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
P: Tenho sede.
N: 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse:
P: Tudo está consumado.
N: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
*Todos se ajoelham e faz-se breve pausa.*
N: 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36 Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37 E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”. 38 Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus – mas às escondidas, por medo dos judeus -, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39 Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume, feito de mirra e aloés. 40 Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41 No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42 Por causa da preparação da Páscoa e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus. *Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

quinta-feira, 2 de abril de 2026

São Francisco de Paula, conhecido como "O Eremita da Caridade" - 02 de abril

 

São Francisco de Paula, conhecido como "O Eremita da Caridade"

Sao francisco de paula conhecido como o eremita da caridade

Origens

São Francisco de Paula realiza muitos milagres e é muito venerado na Calábria.

 Nasceu em Paola (Cosenza) em 1416 em uma família pobre. O casal de idosos 

quer um filho e reza para que São Francisco de Assis faça o milagre. É assim que 

acontece.

A promessa 

Após quinze anos de casamento, nasce um lindo menino que leva o nome do Pobre

 Homem de Assis, Francisco. Imediatamente depois, um dos olhos do menino fica

 doente. Os pais prometem manter a criança no convento por um ano e rezar a São

 Francisco. O apelo é ouvido: a criança se cura e a promessa é cumprida.

Convento
Quando entrou no convento, Francesco era um menino, mas já queria viver como 

um frade humilde: dormia no chão, comia pouco, rezava sempre. Ele então sente

 que quer se dedicar totalmente a Deus e se retira para uma caverna à beira-mar, 

perto de Paola, onde, durante cinco anos, vive na solidão comendo apenas grama.

Milagres

Ele realiza muitos milagres e se torna muito famoso. No convento acende a panela

 com as leguminosas com o sinal da cruz. Ele cura leprosos, cegos e paralíticos. 

Multiplique o pão e o vinho. Cidade livre de epidemias. O milagre mais conhecido 

é o de atravessar o Estreito de Messina com o manto, já que o santo não tem

 dinheiro para pagar ao barqueiro que o deverá transportar. O próprio barqueiro,

 presenciando o milagre, lamenta ter negado sua ajuda e pede perdão ao frade.

Ordem dos Eremitas

Muitos discípulos convergem em torno de Francisco. Assim nasceu a Ordem dos 

Eremitas (ou Mínimos) de São Francisco de Assis. O santo foi peregrino a Assis, 

Montecassino, Loreto e Roma. Em Roma, Francisco continua perturbado pela vida 

suntuosa levada por um cardeal, tanto que o repreende, lembrando-lhe a simplicidade 

evangélica.

Visita ao Rei da França

Os poderosos da época queriam conhecê-lo, ser aconselhados por ele, curados, 

como o muito doente rei da França Luís XI. O frade vai para França. Não cura o rei,

 mas lhe dá muita serenidade. A corte o ama e estima, tanto que ele permanece

 na França por vinte e cinco anos, tempo que Francisco aproveita para criar muitos 

outros conventos.

Protetor e Padroeiro

O humilde franciscano permanece pobre e simples durante toda a sua vida, defende

 os pobres e ataca os poderosos que levam uma vida confortável e mundana e 

molestam injustamente o povo. Francesco di Paola morreu em 1507, aos 91 anos, 

em Tours (França). Protetor dos eremitas, marinheiros, viajantes e peixeiros, é

invocado por casais estéreis para ter um filho. Ele é o padroeiro da Calábria.

Minha oração

Deus, nosso Pai, São Francisco de Paula viveu a simplicidade e a pobreza

 evangélica. Também hoje nos chamais a dar testemunho da vossa bondade e

 da vossa misericórdia no meio dos homens. Libertai os nossos corações da 

insensatez e da lentidão para crer no que vosso Filho Jesus revelou: o mistério

 da sua Paixão, Morte e Ressurreição. Permanecei conosco, Senhor, conduzi-nos 

à fraternidade à reconciliação. Possamos exclamar jubilosos como os primeiros

 discípulos: É verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão. E nós o 

reconhecemos na fração do pão! Amém.

São Francisco de Paula, rogai por nós!