segunda-feira, 16 de março de 2026

Santa Luísa de Marillac (1591–1660) - 16 de março

 Santa Luísa de Marillac (1591–1660) foi uma nobre francesa que, após ficar viúva, dedicou sua vida aos pobres sob a orientação de São Vicente de Paulo. Em 1633, fundou a Companhia das Filhas da Caridade, revolucionando o serviço religioso ao criar freiras ativas (não enclausuradas) voltadas para doentes, órfãos e marginalizados.

Principais Aspectos da Vida de Santa Luísa de Marillac:
  • Infância e Juventude: Nascida em Paris, Luísa era filha natural de um nobre, o que a fez crescer sem a presença da mãe e em um ambiente de incertezas. Recebeu excelente educação, mas seu desejo inicial de vida consagrada foi rejeitado.
  • Casamento e Viuvez: Casou-se por convenção social com Antônio Le Gras, com quem teve um filho, Michel
    . Após um período de depressão e dificuldades familiares, encontrou propósito espiritual, tornando-se viúva em 1625.
  • Encontro com Vicente de Paulo: Sob a direção espiritual de São Vicente de Paulo, Luísa superou suas angústias e passou a visitar as Damas da Caridade, organizando a assistência aos pobres.
  • Fundação das Filhas da Caridade: Em 25 de março de 1634 (com início em 1633), fundou com Vicente de Paulo a Companhia das Filhas da Caridade. Ao contrário das freiras da época, elas viviam no meio do povo para cuidar dos necessitados.
  • Legado e Morte: Faleceu em 15 de março de 1660. Foi canonizada em 1934 e proclamada pelo Papa João XXIII em 1960 como a padroeira das obras sociais. Sua festa litúrgica é celebrada em 9 de maio.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 4,43-54

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

4,43-54

Naquele tempo,

Jesus partiu da Samaria para a Galileia.

O próprio Jesus tinha declarado,
que um profeta não é honrado na sua própria terra.

Quando então chegou à Galileia,

os galileus receberam-no bem,
porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito
em Jerusalém, durante a festa.
Pois também eles tinham ido à festa.

Assim, Jesus voltou para Caná da Galileia,

onde havia transformado a água em vinho.
Havia em Cafarnaum um funcionário do rei
que tinha um filho doente.

Ouviu dizer que Jesus
tinha vindo da Judeia para a Galileia.
Ele saiu ao seu encontro
e pediu-lhe que fosse a Cafarnaum
curar seu filho, que estava morrendo.

Jesus disse-lhe:
"Se não virdes sinais e prodígios,
não acreditais".

O funcionário do rei disse:
"Senhor, desce,
antes que meu filho morra!"

Jesus lhe disse:
"Podes ir, teu filho está vivo".
O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora.

Enquanto descia para Cafarnaum,
seus empregados foram ao seu encontro,
dizendo que o seu filho estava vivo.

O funcionário perguntou

a que horas o menino tinha melhorado.
Eles responderam:
"A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde".

O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora
em que Jesus lhe havia dito:
"Teu filho está vivo".
Então, ele abraçou a fé,
juntamente com toda a sua família.

Esse foi o segundo sinal de Jesus.
Realizou-o quando voltou da Judeia para a Galileia.

domingo, 15 de março de 2026

São Longhinho Martir

*SANTO DO DIA*

*SÃO LONGUINHO, MARTIR*
Longuinho viveu no primeiro século, e dele muito se falou e escreveu, sendo encontrado em todos os registros contemporâneos da Paixão de Cristo. Existem citações sobre ele nos evangelhos, epistolas dos Santos Padres, e martirológios tanto orientais como nos ocidentais. Estes relatos levaram a uma combinação de diferentes situações, mas, em todas foi identificado como um soldado centurião presente na cena da Crucificação. Os apóstolos escreveram que ele foi o primeiro a reconhecer Cristo como “o filho de Deus” (27,54 Mateus; 15,39 Marcos; 23,47 Lucas). Em meio ao coro dos insultos e escárnios, teria sido a única voz favorável a afirmar Sua Divindade. Identificado pelo apóstolo João (19,34), como o soldado que “perfurou Jesus com uma lança”. Fato este que o definiu como um soldado centurião e que lhe deu o nome Longuinho, derivado do grego que significa “uma lança”. Outros textos dizem que era o centurião, comandante dos poucos soldados que guardava o sepulcro do crucifixo, e que presenciava as crucificações, portanto presenciou a de Jesus. Depois, da qual, se converteu. Segundo a tradição, os crucificados tinham seus pés quebrados para facilitar a retirada da cruz, mas, como Jesus já estava com os pés soltos, um dos soldados perfurou o lado do seu corpo com uma lança. O sangue que saiu deste ferimento de Jesus respingou em seus olhos. Caindo em si, comovido e tocado pela graça, o soldado se converteu. Abandonou para sempre o exército e sua moradia, se tornou um monge que percorreu a Cesareia e a Capadócia, atual Turquia, levando a palavra de Cristo e mais tarde, promovia prodígios pela graça do Espírito Santo. Entretanto, o governador de Cesareia, que estava irritado com a conversão de seu secretário, descobriu sua identidade de centurião e o denunciou a Pôncio Pilatos em Jerusalém. Este, acusou Longuinho de desertor ao imperador e o condenou a morte, caso não oferecesse incenso no altar do imperador, renegando a fé. Longuinho se manteve fiel a Cristo, por isto foi torturado, tendo seus dentes arrancados, a língua cortada e, depois, decapitado. No Oriente são inúmeros os dias do calendário para as suas homenagens, o mais frequente ainda é em 16 de outubro. Na Europa e nas Américas, a comemoração ocorre no dia 15 de março, como indica o Livro dos Santos do Vaticano. São Longuinho, à luz de muitas tradições, comumente é invocado pelos devotos para encontrar objetos perdidos. Os artistas, ao longo do tempo, foram atraídos pela singularidade de sua figura e o representaram em suas obras na cena da crucificação, com lança ou sem lança, mas sempre presente. Em Roma, na basílica de São Pedro, na base de um dos quatro pilares que sustentam a imensa cúpula que cobre o espaço do altar do trono do Sumo Pontífice, está à estátua do centurião São Longuinho, que foi o primeiro a acreditar na divindade de Cristo.
*SÃO LONGUINHO, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*15/03/2026 - DOMINGO - 4º. DOMINGO DO TEMPO DA QUARESMA*

*1ª. Leitura:* (1Sm 16,1b.6-7.10-13a)
*Salmo responsorial:* 22(23)
*2ª. Leitura:* (Ef 5,8-14)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Jo 9,1-41)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João*
*Naquele tempo,  1 ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 2  Os discípulos perguntaram a Jesus: “Mestre, quem pecou para que nascesse cego: ele ou os seus pais?” 3  Jesus respondeu: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele.  4  É necessário que nós realizemos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Vem a noite, em que ninguém pode trabalhar.  5  Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo”.  6  Dito isso, Jesus cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego.  7  E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer “Enviado”). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.  8  Os vizinhos e os que costumavam ver o cego – pois ele era mendigo – diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?”  9  Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”  10  Então lhe perguntaram: “Como é que se abriram os teus olhos?” 11  Ele respondeu: “Aquele homem chamado Jesus fez lama, colocou-a nos meus olhos e disse-me: ‘Vai a Siloé e lava-te’. Então fui, lavei-me e comecei a ver”. 12  Perguntaram-lhe: “Onde está ele?” Respondeu: “Não sei”.  13  Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego.  14  Ora, era sábado o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego.  15 Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!”  16  Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?”  17  E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”.  18  Então os judeus não acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista. Chamaram os pais dele  19 e perguntaram-lhes: “Este é o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como é que ele agora está enxergando?”  20  Os seus pais disseram: “Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego.  21  Como agora está enxergando, isso não sabemos. E quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Interrogai-o, ele é maior de idade, ele pode falar por si mesmo”.  22  Os seus pais disseram isso porque tinham medo das autoridades judaicas. De fato, os judeus já tinham combinado expulsar da comunidade quem declarasse que Jesus era o Messias.  23  Foi por isso que seus pais disseram: “É maior de idade. Interrogai-o a ele”.  24  Então, os judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego. Disseram-lhe: “Dá glória a Deus! Nós sabemos que esse homem é um pecador”.  25  Então ele respondeu: “Se ele é pecador, não sei. Só sei que eu era cego e agora vejo”. 26  Perguntaram-lhe então: “Que é que ele te fez? Como te abriu os olhos?”  27 Respondeu ele: “Eu já vos disse, e não escutastes. Por que quereis ouvir de novo? Por acaso quereis tornar-vos discípulos dele?” 28  Então, insultaram-no, dizendo: “Tu, sim, és discípulo dele! Nós somos discípulos de Moisés.  29 Nós sabemos que Deus falou a Moisés, mas esse não sabemos de onde é”. 30  Respondeu-lhes o homem: “Espantoso! Vós não sabeis de onde ele é? No entanto, ele abriu-me os olhos!  31  Sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade.  32 Jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.  33  Se esse homem não viesse de Deus, não poderia fazer nada”.  34  Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade.  35  Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do Homem?”  36 Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?”  37  Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele:  38  “Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.  39  Então, Jesus disse: “Eu vim a este mundo para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem vejam e os que veem se tornem cegos”.  40  Alguns fariseus, que estavam com ele, ouviram isso e lhe disseram: “Porventura também nós somos cegos?”  41  Respondeu-lhes Jesus: “Se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas como dizeis ‘nós vemos’, o vosso pecado permanece”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

sábado, 14 de março de 2026

S. Matilde, rainha 14 março

 

S. Matilde, rainha

Santa Matilde,Século XIISanta Matilde,Século XII 

Matilde nasceu na Saxônia em uma família profundamente religiosa, que a enviou para estudar no mosteiro de Herford, na Vestefália, onde sua avó era abadessa. Dali voltou instruída e devota. Na verdade, além de cultivar a sua fé, aprendeu a ler, escrever e até se interessou por política, coisa rara, naquele tempo, para as mulheres, ainda mais se nobres. Matilde casou-se com Henrique, duque da Saxônia que, alguns anos depois, se tornou rei da Alemanha.

Disputa entre os filhos Oton e Henrique

A vida dos soberanos alemães transcorreu tranquilamente: Henrique vive, muitas vezes, fora do palácio, enquanto Matilde mantém uma verdadeira vida monacal, composta de caridade com os pobres e assistência aos enfermos. Mas, não podendo dedicar todo o tempo necessário para estas práticas, então, à noite, permanecia acordada em oração.
Em 936, com a morte do seu marido, ela se despojou de todos os seus bens e privilégios. No entanto, começou a sucessão sobretudo entre dois de seus três filhos: Oton, como primogênito, tinha sido designado pelo pai como herdeiro ao trono; Henrique, pelas suas reivindicações contra o irmão, foi chamado de “briguento”, recebendo, além do mais, todo o apoio da mãe.

Da corte ao mosteiro de Nordhausen

Enfim, Oton tornou-se rei da Alemanha recebendo o nome de Oton I. Quando, em 962, foi a Roma para receber a coroa imperial, Matilde governou o reino do seu refúgio, no mosteiro de Nordhausen, um dos muitos que ela havia ajudado a construir e apoiar, como Pöhdle, Quedlinburg, Grona, Enger e Duderstadt, além de inúmeros hospitais.
A escolha de viver no mosteiro foi imposta pelos seus dois filhos contendores, que, neste caso, concordaram de impedir a mãe a esbanjar o patrimônio da família com contínuas e ingentes esmolas.

Uma rainha também pode ser santa

Matilde viveu os últimos anos da sua vida como uma monja, sempre generosa e caridosa com todos e completamente alheia às coisas mundanas e às prerrogativas da sua posição social.
Quando faleceu, no mosteiro de Quedlinburg, para aonde havia se transferido recentemente, muitos já a aclamavam como "rainha santa". Ainda hoje, Matilde da Alemanha, sepultada ao lado do marido, em Quedlinburg, é venerada, de modo particular, nas dioceses alemãs de Paderborn, Fulda e Munique. Com base em seu exemplo, os fiéis, que desejam, ardentemente, empreender um profundo caminho de renovação interior para a santidade, dirigem-se a Deus, pedindo, em suas orações, a graça de alcançar esta meta, mediante todos os meios e com todas as suas forças.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 18,9-14

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 

18,9-14

Naquele tempo,

Jesus contou esta parábola
para alguns que confiavam na sua própria justiça
e desprezavam os outros:

"Dois homens subiram ao Templo para rezar:
um era fariseu, o outro cobrador de impostos.

O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo:
'Ó Deus, eu te agradeço
porque não sou como os outros homens,
ladrões, desonestos, adúlteros,
nem como este cobrador de impostos.

Eu jejuo duas vezes por semana,
e dou o dízimo de toda a minha renda'.

O cobrador de impostos, porém, ficou à distância,
e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu;
mas batia no peito, dizendo:
'Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!'

Eu vos digo:
este último voltou para casa justificado, 

o outro não.
Pois quem se eleva será humilhado,
e quem se humilha será elevado".

sexta-feira, 13 de março de 2026

QUARESMA: TEMPO DE RECONCILIAÇÃO! - Padre Gilberto Kasper

 

QUARESMA: TEMPO DE RECONCILIAÇÃO!

 

 

                   O Quarto Domingo da Quaresma, chamado Laetare, porque de certa forma antecipa as alegrias preparadas neste forte Tempo de Reconciliação, remete-nos a um dos Sacramentos mais ricos da Igreja, embora subestimado, quando não banalizado: O Sacramento da Reconciliação! Depois da Eucaristia, é o Sacramento da Reconciliação que nos coloca de volta, diante do amor e do perdão de Deus. Para mim, o Sacramento da Reconciliação é como um antibiótico espiritual, que nos impermeabiliza espiritualmente, diante de todas as tentações que procuram afastar-nos do amor de Deus. Como é boa a sensação de termos sido perdoados ou de termos conseguido perdoar a alguém que nos machucou, ofendeu ou prejudicou!

                  

O Evangelho de São Lucas nos apresenta os passos do Sacramento da Reconciliação, na parábola do Pai Misericordioso, contada por Jesus no capítulo 15. O filho mais novo sai de casa, vira as costas para o pai, gasta numa vida desenfreada toda parte da herança que lhe coube e chega ao fundo do poço. Sob os escombros da rejeição, da exclusão e da discriminação da sociedade, faz a experiência da vida longe do pai. O pai sofre com a ausência do filho, mas não corre atrás. Fica esperando pacientemente. Deixa o filho fazer a experiência da miséria humana, da vida sem sentido e vazia de amor.

                   

No momento em que o filho se arrepende, ele mesmo dá o passo de volta: a conversão começa a acontecer, a fim de conduzi-lo à reconciliação! Não adianta procurarmos o Sacramento da Reconciliação por mero cumprimento de preceito, ou para agradar os pais, ou o marido a esposa. Deus espera que a iniciativa seja nossa, só nossa. Quando o pai avista a volta do filho, então sim, corre ao seu encontro; nem o deixa chegar. Abraça-o, sinal de acolhida; beija-o, sinal do ósculo da paz, devolvendo-lhe a paz que o pecado, o afastamento, lhe havia roubado; oferece-lhe uma túnica limpa, sinal de que não há mais o direito de culpar-se, pois obteve o perdão incondicional; sandálias nos pés, sinal de dignidade, pois só os filhos dos empregados andavam descalços; anel no dedo, sinal de herdeiro, mesmo que tenha esbanjado tudo o que havia herdado, volta a ser herdeiro do pai. E finalmente, o novilho gordo, a festa, a Eucaristia, que simboliza a ação de graças pela volta do filho, que estava morto e reviveu, perdido e foi reencontrado (cf. Lc 15,1-3.11-24).

 

                   Assim também nós somos convidados a celebrar a Reconciliação com Deus, conosco mesmos e com os outros, para que a Quaresma produza seus efeitos saborosos, oração de modo especial, pelo mundo afora. O Papa Francisco, quando trata da misericórdia de Deus, costuma afirmar que o Confessionário é o único Tribunal de onde o réu confesso sai absolvido!

 

            Pe. Gilberto Kasper

                    Teólogo